A burocracia impede o avanço

A segunda palestra  do primeiro dia no Seminário Regional Norte de Mudanças Climáticas foi ministrada pelo Dr. Hercules Martins sobre crédito de carbono. Ele iniciou com explicações bem simples do que seria o IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change ou Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) que fornece  informações científicas, técnicas e sócio-econômicas relevantes para o entendimento das mudanças climáticas,   a ECO 92 que tinha como objetivo principal era buscar meios de conciliar o desenvolvimento sócio-econômico com a conservação e proteção dos ecossistemas da Terra, o UNFCCC (1992) que pedia por menos emissões de aerossóis, no qual tinha uma meta para 2000 e que foi praticamente frustrada esta meta, ainda falou sobre o FDL, Fundo de Desenvolvimento Limpo e suas burocracias.

A questão da revolução industrial de 1970 e o aumento da liberação de gases poluentes na atmosfera por países industrializados também foram lembradas. As metas e “promessas” do Protocolo de kyoto, o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo que propõe metas de redução de gases do efeito estufa, conciderado assim um mecanismo de flixibilixação para a diminuição do aquecimento global.

Os créditos de carbono é nada maism nada menos que ações que são feitas para o ganho do meio ambiente e que geram créditos. Mas o maior problema do avanço destas ações é sem dúvidas a burocracia, que impede o avanço.

Eu achei esta palestra bem política, muitas das questões que foram abordadas pelo palestrante, não achei conveniente em resenhar.