
Por: @Rossatto
O Jonas Rafael Rossatto do Espaço.com listou algumas ilustrações e photomanipulações criadas em cima da idéia da redução de impacto ambiental feitas dentro da comunidade deviantArt.

Confira abaixo:
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Por: @Rossatto
O Jonas Rafael Rossatto do Espaço.com listou algumas ilustrações e photomanipulações criadas em cima da idéia da redução de impacto ambiental feitas dentro da comunidade deviantArt.

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O ECO1 é o 1o site de vídeos de educação ambiental da internet brasileira. Lançado em ago/07 atualmente possui 10 vídeos e acesso totalmente gratuito. Importante: toda tecnologia IPTV do ECO1 é 100% brasileira, desenvolvida por jovens programadores. O ECO1 foi selecionado pelo MEC para fazer parte do acervo de objetos educacionais BIOE que será disponibilizado para todos alunos e professores da rede pública do Brasil.
Buscamos agora mais audiência e visibilidade para realizar um projeto, o qual irá entregar gratuitamente 600 DVDs com os vídeos do ECO1 para escolas públicas, professores e bibliotecas de todo Brasil. Assim, agradecemos muito se você pudesse colocar o ECO1 na sua lista de sites recomendados.
Colaborador: Equipe ECO1
Proteja a natureza – RECICLE!
As cidades devem ser entendidas como um “espaço de vida”. E nesse espaço vital convivem animais humanos e não humanos. A busca de uma convivência harmoniosa entre as diversas espécies deve ser a tônica de um pensamento moderno. Humanizar uma cidade e torná-la ecologicamente correta é estabelecer uma agenda ambiental que inclua, de fato, os animais que compartilham com os humanos o espaço urbano.
Recebi esta indicação do Gabriel Stroligo, quando fui ver nem imaginava que se tratava de proprietários daqui de Palmas/TO, fiquei muito feliz por isto. Mas o trabalhos deles vai muito além de noso centro geodésico (Palmas), mas é um trabalho de solidariedade a estes animais que tanto precisão de nossa ajuda nesta empreitada. o/
Dica de @LittleMsOdd
Há, acho que o título já diz TUDO! Vamos lá?

Quando o filme acaba, a sensação de quem assiste é a mesma dos cidadãos de Araguatins, um desolamento por não saber o que realmente aconteceu. Nada é explicado, diversas hipóteses são levantadas, mas nada é concretamente provado. Houve na época uma intensa movimentação da comunidade científica em torno da cidade, a doença repercutiu até internacionalmente, porém não houve retorno na forma de respostas.
No fim, entendemos perfeitamente a frase que se lê no teaser do documentário: Uma doença, uma cidade, muitas perguntas, nenhuma resposta. Esse é o sentimento do telespectador. A doença veio, mudou radicalmente a vida daquelas famílias, e ninguém sabe o porquê.
Araguatins não está sozinha, todos nós estamos cegos.
- O documentário foi exibido ao público pela primeira vez em 03 de junho, em Palmas.
- Ainda não tenho informações sobre o lançamento em DVD.
Autor:
Autor: Prof. Édi Augusto Benini
Coordenador do Curso de Especialização em Gestão Pública e Sociedade – UFT

Já que fui incluido nesta lista, gostaria de fazer algumas considerações, para aqueles que desejarem o debate, ótimo, peço apenas perdão por minhas limitações, erros de digitação e o “pessimismo da inteligência”,… para quem não tiver interesse, apenas apague… não quero entrar em choque com ninguem… sou apenas um modesto cidadão que teima em “pensar”…
De fato, existe no Brasil uma certa direita facista que não quer nenhuma politica pública, nem mesmo compensatória… para eles o povo é rude, atrasado, presta apenas como mão de obra servil para suprir seus luxos e privilégios… quando atacam Lula por ser nordestino, seus erros gramaticais (atire a primeira pedra quem nunca escreveu ou falou errado), não ter curso superior, etc… na verdade isso é para desqualificar o povo, o trabalhador, numa suposta lógica de existir uma elite “superior”… esses são posturas, com o perdão do palavra, da direita “burra”…
Agora, essa não é toda a verdade ou esgota-se o problema… para quem entende os mecanismos concretos e históricos de exploração, para quem percebe as contradições do capitalismo e sua etapa atual eminentemente financeira e altamente destrutiva, objetivamente não há avanços ou mudanças, apenas uma “harmonização” de interesses antagônicos, por uma intermediaçao política altamente competente em negociar… Dessa forma, faço o convite, que tal articular questões amplas e estruturais com os movimentos imediatos e diretos?
A começar pelos limites claros de um lógica centrada no crescimento econômico… ora, ninguém duvida de que precisamos de ar, agua, alimentos para viver, ou ainda duvidamos disso? Mas vejam que enrrascada: se diminuirmos o consumo (principalmente por meio de novos modos de vida, maior vida util da mercadorias, menos mercadorias superfluas), vamos estar dando uma colossal (e necessário) refresco a mãe natureza, porém, na lógica atual, isso implicará em crise econômica que leva a crise social (desemprego ou precarização), por outro lado, acelerar o consumo (e o “crescimento”), no médio prazo pode levar a mais “riqueza”, mais empregos e alguns oportunidades de renda, porém, aumenta-se também a pressão sobre os ciclos ecológicos de suporte a vida, aumentam os passivos ambientais (lixo, poluição, caos urbano, e a perspectiva crescente de tragêdias climáticas), como a economia é capitalista poucos concentrarão ainda mais renda, respingando alguns “reais” para os trabalhadores e, a cada ciclo de novos investimentos, especialmente em progresso técnico (automação por exemplo), a velocidade dos empregos destruídos tende a ser maior do que aqueles que foram gerados… haja bolsa familia e políticas compensatórias para “harmonizar”…
As políticas de transferência direta de renda, aos mais vulneráveis socialmente, são imprescendíveis, afirmo categoricamente. Claro… afinal seres humanos precisam sobreviver… a direita facista argumenta que isso gera “conformismo”, ora, mas quais são as opções efetivas? Corta cana por um mísero salário até o esgotamento da saúde física e mental? Para si todos querem um emprego público com estabilidade e altos salários, para os pobres, uns sugerem apenas “bolsas familias” e os neoliberais nazistas nem ao menos isso estão dispostos a ceder!
O problema, argumento, é o fato de não se transformar o bolsa familia num direito pleno, uma política de Estado (renda minima cidadã – proposta do Suplicy) que independe de qualquer governo (pois a direita “inteligente” já percebeu como essa política gera votos, claro, e agora aqui em palmas, por exemplo, na campanha política, teve até “leilão” para ver quem “da” a maior bolsa, pasmem!). Por outro lado, apenas ficar em ações compensatórias é como enxugar gelo… o nivel mundial de empregos de qualidade está desclinando, o sex XXI provavelmente será conhecido como o século das mega periferias (inclusive nos países “ricos”)… no Brasil, se melhorou a renda dos pobres e miseráveis, mas por outro lado a renda média do trabalhador declinou! Obvio, se não se afetou os mecanismos de concentração de renda, ou seja, 20% ainda fica com 75% da renda, temos por definição um “nivelamento por baixo”…
Agora estamos sub o julgo de duas intervenções problemáticas demais: a transposição de água do são francisco, e a MP 458, isso sem falar da reforma agrária, que é um fracasso, apenas focada em numero de familias assentados, (sendo que há um giro enorme de familiar nas mesmas terras), sendo que inovações e sustentabilidade produtiva, econômica, social e política são quase nulos… salvo raras e grandiosas excessões…
A transposição claramente é voltada para o hidronegócio e as grandes empreiteiras… a pobreza, miséria e exclusão, no mundo atual (base tecnica, alta produtividade na agricultura), NÃO É RESULTADO DE PROBLEMAS NATURAIS! Se fosse, não haveria pobres na região norte, no sul, sudeste, centro oeste, obvio né! Trata-se de um problema da propriedade privada dos meios de produção, com ensina Celso Furtado: O problema do nordeste não é a SECA, mas a CERCA. Naturalmente aonde chegar água, haverá valorização fundiária e exclusão, etc… como já acontece hoje com os açudes… Ao contrário dessa proposta, existem um grande numeros de projetos e alternativas mais baratos e efetivos de CONVIVER com o semi-árido, no qual não se precisaria mais de bolsa familia…
A MP 458 então, uma trangêdia (felizmente os órgãos de defesa da nossa carta magna já estão questionando a constitucionalidade de instrumento tão nefasto)… aparentemente a justificativa é regularizar a situação dos trabalhadores rurais da região norte… mas o INCRA já tinha todos os instrumentos jurídicos e institucionais para isso, só não tinha vontade política (recursos, decisão, servidores)… agora a MP vem a facilitar justamente a grilagem de terra e, com isso, uma brutal concentração fundiária, pois a brechas são gritantes… isto para quê? Para um projeto de desenvolvimento na região norte intensivo em extrair madeira e criar gado, e privatização do território (o que pode levar, no futuro, a intervenções bélicas), ou seja, ALTAMENTE DESTRUIDOR DA FLORESTA e DOS SERES HUMANOS… não se respeita as riquezas em biodiversidade, as imprescendíveis funções ecológicas (para vcs de são paulo, olhem, 40% do regimes de chuvas do centro sul depende diretamente da umidade da floresta amazônica, que é “represada” pela cordilheira dos Andes para o sul do Brasil)… sem falar do falta de alternativas de agricultura multifucional e familar, ou seja, para os verdadeira trabalhadores e povos originais, potencializado com um mega projeto de desenvolvimento científico por meio das Universidades Públicas (novas substâncias, farmacos, remédios, cosméditos, alimentos)…. de valor agregado infinitamente superior a simples “exploração” da floresta… por falar em universidade pública, agora o MEC que acabar com a Dedicação Exclusiva, e com isso, colocar a pesquisa subordina ao produtivismo mercantil…
Com tudo, podemos concluir que no médio prazo sim, temos um governo e uma estratégia altamente “competente”… para harmonizar as contradições do capital, porém, sinceramente tenho muita preocupação com os efeitos de longo prazo, receio que estamos construindo um futuro sombrio… logo, questiono se haverá possibilidades reais de emancipação do nosso povo…
Há altenativas? Sim, muitas…. o próprio projeto conviver com o semi-árido, investimento prioritário, massivo e sério em novas fontes de energia, meios de transporte, autogestão em sistemas produtivos integrados (e não fragmentados) … nós inclusive já publicamos propostas de mudança metodológica na reforma agrária… (mas me parece que os dirigentes públicos são muito “competentes” para ouvir outras propostas) … por outro lado, dentro da lógica de manter-se no poder, não há chances…
Enfim, na perspectiva histórica e necessária de transformação… há várias questões a serem colocadas e muitas inovações já em curso ou em disputa por espaço… pontos para refletirmos o que está, concretamente, em jogo! Abraços libertários.
Este texto foi em contra partida a este abaixo:
“Prêmio de Lula orgulha o país, imprensa esconde
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu ontem à noite, em Paris, o prêmio Félix Houphouët-Boigny
concedido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura).
Presidido por Henry Kissinger, ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, o júri premiou Lula por sua atuação na promoção da paz e da igualdade de direitos.
Não é um premiozinho qualquer. Entre as 23 personalidades mundiais que receberam o prêmio até hoje_ anteriormentenenhum deles brasileiro_ , estão Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, Yitzhak Rabin, ex-premiê israelense, Yasser Arafat, ex-presidente da Autoridade Nacional Palestina, e Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos. Secretário-executivo do prêmio, Alioune Traoré lembrou durante a cerimonia na sede da Unesco que um terço dos vencedores anteriores ganhou depois o Prêmio Nobel da Paz. Pode-se imaginar no Brasil o trauma que isto causaria a certos setores políticos e da mídia caso o mesmo aconteça com Lula. Materia saiu no Blog do noblat. Thaoré disse a Lula que, ao receber este prêmio, o senhor assume novas responsabilidades na história. Mas nada disso foi capaz de comover os editores dos dois jornalões paulistas, Folha e Estadão, que simplesmente ignoraram o fato em suas primeiras páginas. Dos três grandes jornais nacionais, apenas O Glob destacou a entrega do prêmio no alto da capa.”
Concorda? Discorda? Dê sua opnião!
(texto recebido via e-mail)