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    Desertificação? Já ouviu falar? Sabe o que é? Não está nem aí para ela? hummm ok!?! Vamos ver em que ela vai te azucrinar dar problema.

    Primeiro aquela aulinha de introdução ambiental para a galerinha tanto ama!

    De acordo com Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (PNUD, 1993)

    “desertificação entende-se a degradação da terra nas zonas áridas, semi-áridas e sub-úmidas secas, resultantes de vários fatores, incluindo as variações climáticas e as atiatividades humanas”

    A convenção define a degradação como a redução ou perda da produtividade biológica ou econômica das terras agrícolas devido aos sistemas de utilização da terra, a erosão do solo causada pelo vento e/ou pela água, a deterioração econômica e das propriedades físicas, químicas e biológicas do solo e a destruição da vegetação por períodos prolongados.

    Em meias palavras, quer dizer que aquilo que era uma vegetação verdinha, toda arborizada passa a deixar de existir e transforma-se em um imenso deserto, claro que este processo pode levar anos, milhares de anos, mas tudo se inicia assim, com uma área em que a mata ciliar (encostas dos rios) foi perdendo a sua propriedade ou em áreas em que a agricultura intensiva foi tomando muita força e empobreceu aquele solo.

    Até aí, tudo bem, mas enfim em que ela vai nos prejudicar?

    Além dos fatores ambientais que favorecem a degradação das terras e o surgimento da desertificação, a pobreza e a insegurança alimentar são consideradas como causas e, ao mesmo tempo, conseqüência da desertificação. Em estudo que lí recentemente desenvolvido sobre desertificação e pobreza no Semi-Árido do Nordeste brasileiro, encontrou uma forte relação entre níveis elevados de pobreza e degradação ambiental que levam à desertificação. O aumento da demanda por alimentos, energia e outros recursos naturais provocado pelo crescimento da população e da densidade populacional, implica no cultivo de novas terras, quase sempre com menor capacidade de suporte ou, o mais comum, no aumento da intensidade de cultivo das terras já cultivadas, contribuindo para a ocorrência de desertificação.

    Portanto, não adianta achar que talvez isto não vá chegar até você ou que isto não o interessa, os problemas ambientais estão aí e a cada dia que passa vai acentuando ainda mais estes fenômenos.

    Até a próxima pessoal e eu gostaria de saber quais são as dúvidas/sugestões de vocês para que eu vá respondendo, pode me mandar por e-mail (daianeea@gmail.com) ou pela própra comunidade do Suspensa no orkut

    E mais…

    Para quem quer saber um pouco mais sobre esta fofoquinha do mundo acabar em 2012, recebi esta dica do Diego e que vale repassar. É o site 2012 – Dois Mil e Doze. Espero que gostem.

    Daiane Santana – Coluna no Suspensa.info

    PS: Post publicado no blog do Suspensa, na coluna “Contagem regressiva para o fim do mundo”


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    E o mundo não iria acabar em 2000?

2 Responses to “Contagem regressiva para o fim do mundo”

  1. Thiago L. disse:

    sinistro :ssss
    ai meu deus :~

  2. Daiane Santana disse:

    hahahahhha

    é só cuidar da nossa terrinha e tal que não precisa ter tanto medo assim :)

    Aproveite .. e faça dos momentos aqui valerem a pena .. naõ para vc .. mas para as proximas gerações ^^

    :D

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