Epidemias: quando a natureza alerta!

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Fiquei a semana passada sem postagem por motivos pessoais, mas hoje estou aqui para tratar de um assunto, no qual já escutei de muitos a frase – Nossa, isto não tem nada haver com meio ambiente! – mas pensando bem, tem tudo haver. A gripe suína ou melhor Gripe A (Virus H1N1), está aterrorizando muitas pessoas pelo mundo, o Brasil ainda não tem vítimas casos até o momento, mas como se vê nas mídias, estamos susceptíveis a este fato tanto quando qualquer outra pessoa que esteja em outro país à milhares de quilômetros dos grandes focos. Pode se ver na TV uma grande preocupação nos aeroportos, pois o vírus pode migrar de regiões com mais facilidade. Mas, onde entra o meio ambiente neste caso?

Já sabemos como a Gripe A se espalha entre os humanos e também seus estágios, mas vários outros tipos de surtos de epidemias já deixaram em pânico as pessoas pelo mundo, como mais recente, o caso do vírus ebola que em 1995 matou mais de 100 pessoas na cidade de Mesengo na África. Estas epidemias são identificadas por 6 fases de alertas para uma pandemia, são elas:

Inter-pandêmica: Novo vírus em animais, sem casos humanos

Fase 1: Risco baixo para casos humanos

Fase 2: Risco maior para casos humanos

Alerta pandêmico: Novo vírus provoca casos humanos

Fase 3: Nenhuma ou transmissão limitada entre humanos

Fase 4: Evidência de transmissão crescente entre humanos

Fase 5: Evidência de transmissão significativa entre humanos

Pandemia

Fase 6: Trasmissão eficiente e em série entre humanos

Fontes: Organização Mundial da Saúde

Percebe-se que são provocadas por vírus geralmente provenientes de animais, podem ser eles macacos, porcos, insetos, animais de estimação dentre outros.

Hoje já se vê, quem compare as epidemias com as mudanças climáticas pois podem surgir por vários motivos, desde causas naturais como as provocadas pelo contato com a água contaminada depois das estações das chuvas, tempestades ou monções. Sobre essa contaminação da água, pode-se constatar a interferência do homem ao viver em ambientes sem saneamento básico e o devido tratamento de dejetos, e também com o armazenamento do lixo de uma forma não adequeda, além daquelas por contato direto com populaçõs com animais, principalmente em regiões tropicais e temperadas da Terra (Ásia – Gripe Aviária). As epidemias provocadas por mudanças ambientais são provenientes diretamente pela ação do homem sobre a narureza, fazendo com que haja um desequilíbrio e consequêntimente impactos ambientais, muitos deles incontroláveis, como é om caso de parasitas se multiplicarem além do normal, devido alterações das condições ambientais e do meio, o que facilita a criação de vetores no qual os parasitas possam ter terreno fértil.

O vídeo abaixo demonstra como uma epidemia de níveis globais se utilizaria da estrutura aérea para se propagar pelo mundo.

Por ser doenças graves e altamente contagiosas, todo caso suspeito deve ser notificado. Para impedir a introdução do vírus em território nacional, devem ser adotadas medidas rigorosas de vigilância sanitária em portos, aeroportos e fronteiras, bem como nos meios de transportes oriundos de regiões ou países com ocorrência de casos esporádicos ou epidemias

Número de casos suspeitos no Brasil sobe para 4 e há 42 pessoas sob observação médica – Fonte: ClippingMP (01/05/2009). E os casos confirmados pelo mundo.

Matéria Publicada na coluna – Contagem regressiva para o fim do mundo – no Blog Suspensa.info.