Gosta de escutar uma música em seu “iPod”, chingling ou até mesmo o seu celular acaba a bateria só em horas inoportunas? Seus problemas acabaram! O USB Bike Generator veio para resolver este tipo de problema, ele é uma bicicleta “normal” que é montado um motor de pequena produção de electricidade no qual há um dispositivo otimizado para fornecer energia para duas portas USB.
Existem tantos eletrônicos de pequeno porte que pode ser alimentado ou carregado a partir de uma conexão USB, ele só faz uma vez que as pessoas podem querer fazer isso quando estiver andando uma bicicleta. A idéia básica para o USB Bike Generator é usar um motor de passo adequado como um gerador e um circuito regulador de tensão para manter os 5 volts necessários para as portas USB. “Eu vou te mostrar como construir este gerador e através de testes mostram que é 70% eficiente na conversão da potência do gerador para a potência necessária para a porta USB”. Veja algumas fotos: leia mais…
Posso dizer que nasci e cresci tomando chá de erva cidreira, que é uma delícia e consegue me deixar muito calma, hoje só consigo tomar um bom chá quando minha mãe está em casa. Ela é uma planta medicinal, usada em medicina popular, sendo, para esse efeito, utilizadas as folhas que, em infusão, têm propriedades febrífugas, sudoríficas, analgésicas, calmantes, anti-depressivas, diuréticas e expectorantes, além de ser bactericida, hepatoprotectora, antiespasmódica, estimulante da circulação periférica e estimulante estomacal e lácteo.
Caros amigos de São Paulo, creio que já tenham visto nas redes sociais o apelo ao Abaixo-Assinado ao Governador do Estado de São Paulo para a criação de delegacias de proteção animal na capital. Caso não tenha visto ainda, CLIQUE AQUI e saiba mais sobre esta causa nobre (pelo menos eu acho).
Recebi na manhã de hoje (16), um e-mail que diz:
“É com orgulho que comunicamos que a meta de 50.000 assinaturas solicitando a criação de delegacias especializadas em crimes contra animais em São Paulo foi atingida em apenas 9 dias. Devemos isso a todos vocês que assinaram e divulgaram o apelo que faremos ao Governador de São Paulo. leia mais…
Foi de um olhar peculiar que nasceu a vassoura. Ao se incomodar com a falta de higiene em um salão de beleza, onde as vassouras convencionais vão e vem dezenas de vezes e ainda requerem auxílio de um papelzinho para limpar, que Alexandre Lima começou a pensar na solução. Foram 18 meses testando materiais até chegar no silicone e na dureza exata. A preservação do meio ambiente também foi fator determinante na escolha. Então em 2007, a tão esperada vassoura se materializou e conquistou adeptos em todo o Brasil. A princípio Alexandre vendia de porta em porta para salões de beleza e pet shops. Hoje, já fabricou e vendeu mais de 50 mil unidades, que já estão a disposição para venda na internet e em muitos pontos pelo Brasil. Veja as fotos: leia mais…
O @tpastorello, que fez o layout deste blog pegou o gancho da matéria “Reutilize seu barril de Heineken” aqui do VivoVerde e resolveu ele mesmo fazer o seu próprio vaso de plantas. Segundo ele:
“Cortei a lata com uma serrinha de ferro e dobrei a borda para dentro usando um alicate. Furei o fundo com um prego grande, deu um pouco de trabalho, mas gostei do resultado.”
Veja como ficou:
Eu gostei muito, é legal ver resultados de ideias que postamos aqui no blog! Obrigada Tiago.
Ontem (12), o site ‘O Globo’ veio com a matéria “‘Jornal do Brasil’ deixará de circular e terá apenas versão na internet”. Vi esta matéria hoje, pelo twitter, fui dar uma olhadinha e acho que entendi tudo. A princípio pensei, com certeza é alguma jogada de marketing sobre sustentabilidade, não deixou de ser, afinal, não deixaram de focar nesta ideia:
“A decisão de acabar com o papel está sendo tomada esta semana. Teremos uma decisão na quarta-feira ou na quinta-feira. Provavelmente, seremos o primeiro jornal a estar apenas na internet. É algo que está acontecendo no mundo todo” , disse Nelson Tanure – O GLOBO
E quem disse que na “indústria” do rock não há sustentabilidade? Hoje pela manhã, após o @AlanCorrea me mostrar seu novo projeto, um wallpaper em comemoração ao Dia Mundial do Rock*, fui me lamentar por não ter nada, dai ele me mandou esta ótima indicação de post.
A Echo Musicnão fica atrás de nenhuma outra guitarra normal, mas ela é diferente, para começar, dois brasileiros lançaram a primeira e única linha de instrumentos musicais ecologicamente corretos e sustentáveis do mundo. No Brasil, em 25% dos lares, existe pelo menos um instrumento musical (75% deles são violões, guitarras e baixos) e nos primeiros 5 anos a Echo Music já vendeu cerca de 2400 instrumentos (maio,2010). leia mais…
Com certeza você já ouviu falar sobre os nossos direitos relacionados à água, mas, não na íntegra. Algumas pessoas nem sabem que há uma lei que vigora estes usos da água e suas qualificações. Em uma “conversa” via twitter com @ReneFraga, estávamos discutindo os tipos e classes da água, sendo assim, me veio a ideia de providenciar (aos poucos) um material especializado sobre este “bem de domínio público”.
Nada mais justo que começar pela legislação. A ANA (Agência Nacional das Águas) formulou este manual básico. De fácil entendimento e que pode ser conferido na íntegra, abaixo:
Nessa época do ano, o clima fica realmente seco e as chuvas se tornam escassas, o que deixa a vegetação suscetível às queimadas. Nesta época do ano, o clima fica realmente seco e as chuvas se tornam escassas, o que deixa a vegetação suscetível às queimadas.
Nessa época do ano, o clima fica realmente seco e as chuvas se tornam escassas, o que deixa a vegetação suscetível às queimadas.
No Brasil, diversos pesquisadores e inúmeras instituições têm apresentado que as queimadas são, juntamente com os desmatamentos, os nossos principais problemas ambientais. É por isso mesmo que cada cidadão deve estar bem informado como nos prevenir das queimadas.
Aqui, estamos apresentando algumas dicas importantes sobre esse tema.
Ao trafegar pelas estradas e rodovias, não lance pontas de cigarro pela janela do veículo, pois com a baixa umidade desse período, a vegetação seca se incendeia com muita facilidade.
Quando você for acampar, seja bastante cuidadoso na hora de acender fogueiras, velas e lampiões. Só acenda as fogueiras após limpar bem o local, retirando completamente a vegetação em volta. Procure fazer sua fogueira em local aberto, como por exemplo, numa clareira ou à beira do rio, para que o fogo não prejudique os galhos e folhas das árvores que estejam em volta ou acima dela. Quando não for mais utilizar a fogueira, certifique-se que as brasas estão apagadas e resfriadas. Se possível, enterre o as sobras de material (carvão, brasas e cinza). Não jogue os restos da fogueira no rio. Nunca se ausente do acampamento, deixando para trás a fogueira acessa ou com torrões em brasa.
Não jogue lixo por aí. As latas de metal, os cacos e garrafas de vidro podem se aquecer ao sol e acabar dando origem às queimadas.
Não solte balões, pois esse gesto, por mais inocente que pareça, pode acabar causando vários prejuízos e destruindo muitas vidas. Lembre-se que você deve se alegrar, comemorando as datas festivas sem causar dor e sofrimento às outras pessoas. Portanto, substitua o hábito de soltar balões, por outras práticas.
Quando for realizar alguma queima controlada para renovo de pastagem ou para limpeza de alguma área, procure antecipadamente os órgãos ambientais, o Corpo de Bombeiros e as Brigadas Civis.
Pequenas atitudes como essas podem fazer grandes diferenças nas estatísticas. Seja sempre um amigo da natureza; faça a coisa certa !!!
Giovanni Salera Júnior é Mestre em Ciências do Ambiente e Especialista em Direito Ambiental. Atualmente é Analista Ambiental do Governo Federal.
Quem não se lembra quando o Estado de Santa Catarina foi devastado por enchentes e deslizamentos na região do Vale do Itajaí, em novembro de 2008? Foi uma tragédia, no qual o Brasil inteiro de alguma forma tentou ajudar, eu mesma, ainda com pouco, depositei uma quantia em contas que eram disponibilizadas na internet e também falei um pouco aqui no blog.
De lá para cá, a Fundação Bunge em parceria com entidades locais e diversos especialistas, procuraram compreender o que ocorreu na região e propor soluções sustentáveis para minimizar impactos sociais, econômicos e ambientais. Isso porque os eventos climáticos extremos que ocorreram em Santa Catarina também puderam ser percebidos em outras cidades brasileiras como Rio de Janeiro e Salvador. E nós temos um papel importante nos efeitos destes eventos.
O resultado desse trabalho está condensado no kit ‘Conhecer para Sustentar: um novo olhar sobre o Vale do Itajaí’, composto por um livro, um documentário e um encarte com propostas pedagógicas e ele pode ser seu. O objetivo da Fundação Bunge é multiplicar este rico conhecimento por meio de pessoas que fazem a diferença. E você é uma delas!
Esta é uma oportunidade de você conhecer de perto a tragédia, entender os impactos causados na região e nos ajudar a mobilizar os cidadãos, especificamente seus seguidores, a refletir sobre a questão da sustentabilidade. Lembrando que, tudo começa com diálogo, reuniões, busca de soluções junto ao poder público, empresas especializadas ou que mostram interesse em ajudar, a mídia, dentre outros atores.
Para participar é fácil, comente nesta matéria respondendo: “O que você acha que deve ser feito para que eventos como estes, ou mesmo tragédias como estas, não venham ocorrer novamente?”
Pelo Twitter, retuite a frase:
Eu quero ajudar a @fundacaobunge e o @VivoVerde a #ConhecerParaSustentar comentando no post – http://migre.me/WhDX
Só serão válidos os tweets que tiverem comentários nesta matéria. A melhor resposta ganhará o Kit.
Além disto, pensei em “coletar” relatos de pessoas que passaram por este tipo de problema, abaixo, segue um formulário:
Muito se fala sobre a qualidade de vida na região sul. O que muita gente não sabe é que a região de Santa Catarina é uma das mais carentes do Brasil, quanto ao saneamento básico nas pequenas cidades. Onde, apesar dos altos índices de desenvolvimento humano da região, ainda convivemos com esgoto a céu aberto em algumas cidades.
A ocupação desordenada das encostas e cabeceiras de rios também contribui de forma exponencial para que este tipo de problema tome proporções catastróficas.
Sendo assim, eu acredito que deveria ser investido em saneamento básico, aumento da fiscalização nas ocupações irregulares e realocação das comunidades que ainda vivem em áreas de risco…
[]’s
@Compulsivo
Gostaria de agradecer pela participação em nome do Blog VivoVerde e da Fundação Bunge.