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Fiquei a semana passada sem postagem por motivos pessoais, mas hoje estou aqui para tratar de um assunto, no qual já escutei de muitos a frase – Nossa, isto não tem nada haver com meio ambiente! – mas pensando bem, tem tudo haver. A gripe suína ou melhor Gripe A (Virus H1N1), está aterrorizando muitas pessoas pelo mundo, o Brasil ainda não tem vítimas casos até o momento, mas como se vê nas mídias, estamos susceptíveis a este fato tanto quando qualquer outra pessoa que esteja em outro país à milhares de quilômetros dos grandes focos. Pode se ver na TV uma grande preocupação nos aeroportos, pois o vírus pode migrar de regiões com mais facilidade. Mas, onde entra o meio ambiente neste caso?


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ECOcopinho de menstruar

cmail.google.com

Na linha do “é hora de radicalizar”, estão surgindo no mercado absorventes ecológicos que, diferentemente dos tradicionais, não vão para o lixo depois do primeiro uso. Assim, eles economizam papel (ou seja, árvores), plástico (petróleo), entre outros recursos naturais.
Um deles é o Moon Cup , uma espécie de copinho menstrual. Depois de recolher o fluxo, você o tira, lava na pia e pronto: é só colocar de volta. Na hora de guardar, a instrução é passar água com um pouco de sabonete, esperar secar ao ar livre e guardar na embalagem original.
O preço não é dos mais amigáveis: US$ 35 dólares mais US$ 2 de postagem. Mas, se comparado aos absorventes convencionais, é economicamente vantajoso. Como o produto dura até dez anos, segundo o site, sairia a US$ 0,29 por mês – contra US$ 4,00 gastos nos primeiros. Uma economia de US$ 445 em 120 meses.
Aqui, o depoimento da jornalista Jeanne Callegari, que testou o a novidade.

Na boa, eu queria um! \o/

Esta foi uma recomendação da Monique por e-mail.

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Engenheira Daiane Santana.

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Como relata o Diário Digital, “As alterações climáticas poderão tornar-se a ‘principal causa de deslocação de refugiados’ no mundo, fazendo com que cerca de 250 milhões de pessoas sejam obrigadas a deixar os seus países até 2050, alertou hoje uma especialista portuguesa.
‘O fenómeno das alterações climáticas poderá tornar-se, nos próximos anos, a principal causa de deslocação de refugiados no mundo, ultrapassando mesmo os conflitos armados, as perseguições e os atropelos aos direitos humanos’, afirmou a presidente do Conselho Português para os Refugiados (CPR), Teresa Tito de Morais.
Em declarações à agência Lusa após a conferência Refugiados ambientais: a dimensão humana das alterações climáticas, que hoje decorreu em Lisboa, no âmbito da segunda edição de ‘Os Dias do Desenvolvimento‘, Teresa Tito de Morais salientou a necessidade de se serem desenvolvidos ‘maiores esforços globais para ajudar os países mais pobres a adaptarem-se às consequências do fenómeno climático’.” (As hiperconexões foram acrescentadas)
Este artigo pode ser lido na íntegra.

Via E-mail – Manuel David Masseno – mdmasseno@gmail.com
Grupo De Lege Agraria Nova / de-lege-agraria-nova@googlegroups.com


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Bioindicadores
Já ouviu falar em bioindicadores?

A primeira vez que escutei falar disto nem foi na faculdade de engenharia ambiental e sim em um estágio em uma grande empresa, no qual eles usavam a tilápia como bioindicador, na saída dos efluentes, ao entrar no curso normal do rio, ao verem que as tilápias conseguiam se desenvolver normalmente podia então se observar que a qualidade da água e o nível de OD (oxigênio dissolvido) estavam estáveis.

Lá vai algumas definições:

Bioindicadores são espécies, grupos de espécies ou comunidades biológicas cuja presença, abundância e condições são indicativos biológicos de uma determinada condição ambiental. Os bioindicadores são importantes para correlacionar com um determinado fator antrópico ou um fator natural com potencial impactante, representando importante ferramenta na avaliação da integridade ecológica (condição de “saúde” de uma área, definida pela comparação da estrutura e função de uma comunidade biológica entre uma área impactada e áreas de referência).Os bioindicadores mais utilizados são aqueles capazes de diferenciar entre oscilações naturais (p.ex. mudanças fenológicas, ciclos sazonais de chuva e seca) e estresses antrópicos. Fonte: UFMG


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Bioindicadores são organismos ou comunidades, cujas funções vitais se correlacionam tão estreitamente com determinados fatores ambientais, que podem ser empregados como indicadores na avaliação de uma dada área. Esta definição inclui conscientemente a indicação de comportamentos naturais, como por exemplo, na agricultura, onde podemos inferir sobre características de uma região apenas pela presença ou ausência de determinadas espécies vegetais.
Fonte: Ambiente Brasil

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Mas toda esta conversa sobre bioindicadores surgiu desta matéria que ví hoje no site da uol do dia 14/04/09 que pode ser lido abaixo, ou CLIQUE AQUI para ler na íntegra.

Boto ajuda a indicar concentração de mercúrio na costa marítima fluminense

Longe de ser apenas um personagem que enriquece o imaginário popular brasileiro, o boto é um indicador natural do nível de mercúrio presente no ambiente aquático, por acumular esse metal tóxico nos seus tecidos.

Essa é a tônica do projeto “O boto-cinza (Sotalia guianensis) como sentinela da saúde dos ambientes costeiros: estudo das concentrações de mercúrio no estuário amazônico e costa norte do Rio de Janeiro”, desenvolvido na Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz), como dissertação de mestrado do biólogo Jailson Fulgencio de Moura, com auxílio de uma bolsa da Faperj.

Leif Parsons/The New York Times
O boto-cinza é um indicador natural do nível de mercúrio presente no ambiente aquático, por acumular esse metal tóxico nos seus tecidos
O pesquisador escolheu como objeto de estudo a espécie boto-cinza encontrada desde Santa Catarina até a América Central e membro da família dos Delfinídeos – a mesma dos golfinhos. “O boto-cinza acumula em seu organismo mais substâncias contaminantes presentes nas águas do que outras espécies que habitam o mesmo ecossistema, como os mexilhões. Isso ocorre pelo fato dele ser um animal que vive bastante, até 30 anos, o que aumenta o tempo de exposição às substâncias tóxicas”, diz Jailson.

Além disso, o boto-cinza está no topo da cadeia alimentar e ingere animais que já têm no organismo um acúmulo prévio de mercúrio e de pesticidas organoclorados. “O boto-cinza se alimenta de lulas, camarão e peixes, especialmente do peixe-espada, o Trichiurus lepturus, um predador que acumula mercúrio proveniente de outras espécies que consome. Por mais que na água os níveis de mercúrio sejam reduzidos, o metal se concentra mais nos animais do topo da cadeia trófica”, explica o biólogo, que teve como orientador na Fiocruz o professor Salvatore Siciliano.

Altamente tóxico, o mercúrio também representa um risco à saúde humana
. Em mulheres grávidas, o metal atravessa a placenta e pode até causar danos hepáticos e neurológicos ao feto. Jailson alerta para o perigo de se consumir peixes que estão no topo da cadeia alimentar e, consequentemente, acumulam mais mercúrio: “Nos Estados Unidos, existe uma campanha que estimula mulheres grávidas e em idade provável de gravidez a evitar o consumo de peixes como o tubarão e o atum”.

Outra vantagem de utilizar o boto-cinza como alvo da pesquisa é o fato do animal viver sempre na mesma região costeira, facilitando o diagnóstico da saúde do ecossistema. “O boto-cinza habita estritamente em regiões costeiras e não vive em águas profundas, apenas em áreas de até 50 metros de profundidade. Ele não realiza grandes migrações durante sua vida, de modo que sua saúde está associada às condições do ambiente em que vive. Essas peculiaridades da espécie permitem conhecer melhor os efeitos da ação poluidora do homem no ecossistema costeiro”, diz.

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Engenheira Daiane Santana.

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Hoje o recado é para quem está em Natal/RN, pois está ocorrendo esta semana o XIV SBSR – Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto. Que tem como objetivo, promover o encontro das comunidades acadêmico-científica de sensoriamento remoto, de geotecnologias e de áreas afins.

Mais informações podem ser encontradas no site do XIV-SBSR. Além dos anais do simpósio.

Meu trabalho que será aparesentado lá, tem como título, Mapeamento de de usos conflitantes em áreas de preservasão permanentena microbacia do Córrego Chupé. Pode ser visto aqui abaixo ou nos anais.

Clique abaixo em “6117 – 6123″ para ampliar.

6117-6123

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Engenheira Daiane Santana.

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Recebi por e-mail esta notícia e achei melhor compartilhar… mostra que a coisa é séria, mas como disse o querido Minc, podem até colocar em vigor a lei, mas o IBAMA vai multar do mesmo jeito.. adoro…!! Segue abaixo o e-mail:

Itajaí – Samantha Buglione, professora do Mestrado em Gestão de Políticas Públicas e coordenadora nacional do Comitê Latino Americano e do Caribe para Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem), apresenta em Genebra, na Suíça, durante a 42ª sessão do comitê do Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais pelo Brasil (Pidesc), das Organizações das Nações Unidas (ONU), que acontece entre os dias 5 e 22 de maio, denuncia contra as mudanças no código ambiental de Santa Catarina.

A apresentação reforça o relatório paralelo enviado à organização sobre o desempenho do Estado brasileiro na área dos direitos econômicos, sociais e culturais. O informe aponta que a mudança na lei viola as regras da democracia, põe em risco a proteção ambiental e de cidadãos sem solucionar o problema do campo.

No documento é mencionado o desastre natural ocorrido no final de 2008 em Santa Catarina e a aprovação, por parte da Assembléia Legislativa, em 31 de março, da Lei 238/2008, que viola leis federais por reduzir áreas de proteção reduzindo as matas ciliares às margens dos rios de 30 para cinco metros e, no caso das nascentes fluviais, de 50 para dez metros.

O Pidesc foi adotado pela ONU em 1966, e contém, juntamente com o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, os principais compromissos decorrentes da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

O Pacto cria obrigações legais aos Estados-partes, no sentido da responsabilização internacional em caso de violação dos direitos por ele consagrados. A proteção desses direitos é instruída por relatórios encaminhados pelos Estados, enquanto sua supervisão cabe ao Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais da ONU.

Organizações da sociedade civil podem oferecer ao Comitê seus próprios relatórios, chamados relatórios paralelos, contra-relatórios ou informes alternativos, que são acolhidos como subsídio. Fonte

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Tirinha

Tirinha enviada por @cauemadeira do Espargos Múltiplos, em comemoração ao Earth Day. muito obrigada!

Engenheira Daiane Santana.

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Lendo meus FEEDs ví a matéria no Blog da Monique que já anunciava o Dia da Terra, que foi criado em 1970 quando o Senador norte-americano Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição. É festejado hoje (22 de abril) e a partir de 1990, outros países passaram a celebrar a data.

Sabe-se que a Terra tem em torno de 4,5 bilhões de anos e existem várias teorias para o “nascimento” do planeta. A Terra é o terceiro planeta do Sistema Solar, tendo a Lua como seu único satélite natural. A Terra tem 510,3 milhões de km2 de área total, sendo que aproximadamente 97% é composto por água (1,59 bilhões de km3). A quantidade de água salgada é 30 vezes a de água doce, e 50% da água doce do planeta está situada no subsolo.

Há 400 milhões de anos a Pangéia reunia todas as terras num único continente. Com o movimento lento das placas tectônicas (blocos em que a crosta terrestre está dividida), 225 milhões de anos atrás a Pangéia partiu-se no sentido leste-oeste, formando a Laurásia ao norte e Godwana ao sul e somente há 60 milhões de anos a Terra assumiu a conformação e posição atual dos continentes.

O relevo da Terra é influenciado pela ação de vários agentes (vulcanismo), abalos sísmicos, ventos, chuvas, marés, ação do homem) que são responsáveis pela sua formação, desgaste e modelagem. O ponto mais alto da Terra é o Everest no Nepal/ China com aproximadamente 8.848 metros acima do nível do mar. A Terra já passou por pelo menos 3 grandes períodos glaciais e outros pequenos.

image » Veja fotos da Terra

Apenas doze homens – aqueles que viajaram em missões à Lua – tiveram a oportunidade de visualizar a Terra por inteiro, já que a maioria dos vôos espaciais ficou em uma órbita mais baixa, onde apenas uma parte do planeta pode ser vista.

Os primeiros a enxergar a Terra de longe foram os astronautas da missão Apollo 8, em 1968. "Nós fomos explorar a Lua, mas a coisa mais importante que descobrimos foi a Terra", disse o astronauta Bill Anders em um documentário.

Grande parte dos 510,3 milhões de m² do planeta Terra está sendo destruída por nós, as florestas estão cada vez mais desmatadas, os rios mais poluídos, o ar mais carregado, o céu mais acinzentado.

Para amenizar o quadro desolador, existem ONGs, empresas e outras iniciativas públicas e privadas preocupadas em fazer o mínimo que seja para que a Terra saia desta situação. Hoje, há uma estimativa de que 500 milhões de cidadãos em 85 países fazem algo especial pelo ambiente no dia 22 de abril.

Aproveite esta data para colaborar. Economize energia, evite desperdícios e poluição. Cuide do lixo que você produz. Fontes: Terra, Ambiente Brasil e Blog Mirabolantes.

E mais…

google

No site do Google pode ser visto esta imagem em homenagem ao Dia Mundial da Terra, ao clicar na imagem é direcionado a links relacionados ao Earth Day! Clique na imagem aqui e confira! 

Engenheira Daiane Santana.

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Agentes do aquecimento global

Háaaaaaaaaaaaaa hoje eu estava meio que sem inspiração em algum tema, daí pelo IRC perguntei a um usuário ( @vivirock ) qual área do meio ambiente que ela teria dúvidas ou curiosidades, foi respondido – agentes do aquecimento global – a idéia foi boa, mas estou sem material NOVO que fale sobre estudos realizados recentemente (caso a se pensar), contudo passeando pelo Ambiente Brasil fui ver o Glossário sobre aquecimento global e achei muito “auspicioso” colocar aqui! Sei que tem gente que as vezes escuta muito falar em alguns destes tópicos mas nuca soube o que é realmente. Vai aí uma aulinha do Vivo Verde para a galera.E depois que postei o @luizbento achou alguns errinhos que acrescentei no post:

  • Dióxido de Carbono (CO2) – Representado pela fórmula CO2, é um gás naturalmente presente na atmosfera terrestre em quantidades muito pequenas (apenas cerca de 0,03 % do volume da atmosfera é constituído por este gás). É um importante fator na fotossíntese, pois fornece o carbono que será usado para a fabricação de moléculas que armazenam energia na forma de ligações químicas. Trata-se do mais importante gás que provoca o efeito estufa, depois do vapor d’água.
  • Clorofluorcarbonos-Também conhecidos por CFC’s, são substâncias químicas artificiais, utilizadas principalmente em refrigeradores, condicionadores de ar e aerossóis, e constituem o mais poderoso gás que provoca o efeito estufa.
OBS.: CFCs: não é o mais poderoso gás que absorve calor. Tem certa importância (segundo IPCC 2007), mas não é o mais “poderoso”

  • Ozônio (O3) – Gás formado quando hidrocarbonetos reagem com óxidos de nitrogênio na presença de luz solar. É um dos poluentes mais graves da troposfera, contribuindo para a formação do fotoquímica.
  • Camada de Ozônio – Camada da estratosfera formada pelo gás ozônio. Essa camada atua como barreira parcial à penetração da radiação ultravioleta incidente na superfície terrestre, protegendo-a, portanto, dos efeitos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, causados pelo excesso de tal radiação.
  • Combustíveis Fósseis – Nome dado ao petróleo, carvão mineral e gás natural. É uma formação orgânica depositada no subsolo e que sofreu fossilização. Pode ser queimada para a obtenção de calor ou outra forma de energia.
  • Desmatamento – Qualquer processo de alteração da cobertura vegetal movido pela espécie humana em que a vegetação resultante armazena menos carbono do que a original (incluindo o solo sobre o qual ela se encontra).
  • Metano (CH4) – Também conhecido como “gás dos pântanos”, é formado pela decomposição de compostos orgânicos na ausência de oxigênio por determinadas bactérias, seja em pântanos, seja no estômago do gado, seja no de outros ruminantes. Fontes adicionais, induzidas pela espécie humana, são a queima de biomassa vegetal, vazamentos de dutos de gás natural, plantio de arroz em áreas alagadas e a mineração de certo tipo de carvão mineral. Boa parte do metano desaparece em reações químicas na própria atmosfera e uma fração pequena é absorvida por microorganismos existentes no solo. O metano contribuiu com 15% do efeito estufa.
OBS.: Metano é produzido por archeas e não por bactérias. São grupos bem diferentes. A diferença é maior do que entre nós e os fungos.

  • Atmosfera – Atmosfera é a camada gasosa que envolve o planeta. A atmosfera terrestre consiste de 77% de nitrogênio e 21% de oxigênio. O resto é vapor d’água e outros gases.
  • Biosfera – A terra é composta por vários ecossistemas sejam eles aquáticos, terrestres ou até mesmo aéreos. A soma de todos estes ecossistemas é a biosfera. Portanto, a biosfera seria a parte na qual ocorre vida no planeta e na qual a vida tem poder de ação.
  • Fotossíntese - A fotossíntese é uma função que apenas os vegetais são capazes de realizar. É através dela que as plantas produzem compostos orgânicos ricos em energia (glicose) e liberam oxigênio. A fotossíntese ocorre quando a água e o gás carbônico, na presença da luz, dão origem à glicose, nas partes verdes dos vegetais.
OBS.: A fotosstese também é realizada por bactérias e inclusive sem produzir oxigênio. Além disso, a maior produção primária do mundo é creditada as microalgas e bactérias e não aos vegetais :)

A folha é a parte do vegetal em que mais se realiza a fotossíntese. Além de ser rica em clorofila, sua posição na planta, geralmente exposta à luz, e sua forma laminar permitem que a energia do sol seja absorvida com maior eficiência.

São todos agentes que de uma forma ou de outra contribuem para o aquecimento global, que é tão discutido pela sociedade científica por aí!

Engenheira Daiane Santana.

Dica: Vale apena visitar o Discutindo Ecologia.

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Hoje o assunto é um tanto quanto fedido, vou falar do chorume. Sabe o que é? Nunca escutou falar? Há já sim, na escola, mas só sei que é um líquido de odor forte. Mas além disto o chorume tem um  alto potêncial de contaminação. Vamos aos detalhes:

Por definição o chorume é uma substância líquida resultante do processo de putrefação (apodrecimento) de matérias orgânicas. Este líquido é muito encontrado em lixões e aterros sanitários. É viscoso e possui um cheiro muito forte e desagradável (odor de coisa podre).

Mas este chorume pode ser tratado e este processo  é muito importante para o meio ambiente. Caso não seja tratado, ele pode atingir lençóis freáticos, rios e córregos, levando a contaminação para estes recursos hídricos. Neste caso, os peixes podem ser contaminados e, caso a água seja usada na irrigação agrícola, a contaminação pode chegar aos alimentos (frutas, verduras, legumes, etc).

Por causa da grande concentração de matéria orgânica, este chorume pode trazer para a área moscas, urubus, dentre outros animais que podem causar doenças.

Existe também o necrochorume que é o líquido resultante do processo de decomposição de cadáveres. Há também, neste caso, a necessidade do tratamento desta substância nos cemitérios.

Mas o chorume pode se tornar solução em algumas áreas, pois ele pode ser transformado em adubo orgânico e habitat para criação de minhocas.

Segundo o Blog Dr. Chicletinho dá para combater o chorume por algumas ações:

  • Não jogue comida no lixo! Faça compostagem;
  • Separe os resíduos recicláveis para pessoas que reciclam;
  • Separe as pilhas e baterias. Elas são um veneno para o solo;
  • Separe ss resíduos de óleos de cozinha e produtos químicos e leve à algum centro de reciclagem;
  • O óleo de cozinha é ótima para diversas finalidades, você pode encontrar uma facilmente
  • Separe as cascas de frutas, legumes e verduras e coloque-as nas platas, elas fornecem nutrientes para as plantas

Engenheira Daiane Santana.

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