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Por @VozdoAlem

De vez em quando me ponho a refletir sobre um assunto extremamente paradoxal, simples e recorrente: por que um planeta com uma ciência que consegue criar celulares do tamanho de uma unha, foguetes que viajam para a imensidão do espaço, aceleradores de partículas com uma circunferência do tamanho de países inteiros e uma infinidade de outros objetos considerados avançados… não consegue criar uma alternativa energética que seja tão difundida quanto os combustíveis fósseis derivados do petróleo, usados há séculos? A pergunta é simples, e a resposta parece estar diante da cara de todos, mas certos interesses alheios eclipsam a facilidade em responde-la. Existem várias alternativas para suprimir de vez o uso de combustíveis fósseis altamente poluidores e cada vez mais escassos, e o grande vilão por trás desse atraso na área energética se chama dinheiro. Respostinha óbvia, com certeza.

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Mas, saber o quanto engravatados com os bolsos cheios de dinheiro afetam de verdade o desenvolvimento tecnológico da questão enérgica mundial, é importante para se chegar a raiz do problema com mais facilidade, e esses caras estão nos EUA, é lá é que está o centro do jogo de interesses petroleiro mundial. O fato é que, assim como as empresas de cigarro, as empresas de petróleo possuem poderosos lobbies em Câmaras Legislativas espalhadas pelo mundo, muitos deles com mais grana para defender seus interesses que economias de países inteiros. Esses caras utilizam métodos sujos – coisas como suborno e intimidação -, e a idéia deles é lutar pelos seus interesses em duas fontes: a) impedir que leis que imponham restrições à indústria petrolífera sejam aprovadas – ou ao menos cortar as partes mais restritivas; b) fazer o possível para impedir que sejam desenvolvidas alternativas limpas para a miséria poluidora que são os combustíveis fósseis – mais uma vez utilizando métodos sujos, como infiltrar gente em escritórios para roubar patentes. Pelo modo como as coisas estão hoje, é fácil perceber que eles são caras que estão obtendo muito sucesso.


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A verdade sobre o amianto crisotila

Por ­­­Marina Júlia de Aquino*

O amianto crisotila é utilizado por mais de 130 países como matéria-prima para centenas de produtos industriais que incluem dentre outras: massas de vedação, tubos, caixas d’água e telhas. Esses países possuem legislações específicas sobre a utilização do mineral, e, no caso do Brasil, com dispositivos bastante rigorosos de controle em todas as etapas de produção, do transporte até a comercialização.

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Celular movido a Coca-Cola

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Por @VozdoAlem

E parece que as tão sinistramente eficientes e longevas baterias de lítio estão com os dias contados. Depois de um projeto com uma bateria de papel, agora surge um telefone celular que funciona tomando goladas de Coca-Cola (tá lembrando Eu mesmo)!


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Por @diegocasaes

Todos os anos diversas pessoas perdem suas casas e entes queridos em enchentes e deslizamentos de terra por todo o Brasil. As enchentes no Nordeste no primeiro semestre de 2009 e o desastre de Santa Catarina no final de 2008 são exemplos de como as forças da natureza atingem fortemente as habitações. Além disso, tais eventos são exemplos da inércia das autoridades públicas e da negligência da sociedade civil em relação à construções indevidas em locais considerados de risco, bem como, obviamente, a má administração dos recursos destinados à adaptações adequadas e criação de infra-estrutura para construção e manutenção de casas e prédios.

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O Maior Edifício Solar do Mundo

Por FiliPêra

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A China pode ser o país mais poluidor do mundo, mas ainda assim acabou de lançar uma iniciativa interessante no sentido de um melhor aproveitamento de energias alternativas: terminou de construir o maior edifício de energia solar do mundo. O prédio está localizado na cidade de Dezhou, no noroeste da China, numa região já batizada de China Solar Valey. São ao todo megalomaníacos 75.000 m² de área ocupada pelo edifício e 6.500 m² de painéis solares. Lógico que uma obra dessa magnitude não teria finalidades menos portentosas, o que se mostra verdadeiro, visto que ele será sede do 4º Congresso da Iniciativa Internacional das Cidades Solares, em setembro de 2010.


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Papel + Tinta Especial = Bateria

Por FiliPêra

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A ironia é mesmo uma parada muito engraçada. Os computadores, notebooks e e-readers – fora a internet como um todo – são vistos pelos saudosistas como espécies de paper killers, já que podem fazer tarefas que antes relegadas principalmente para os papéis: armazenar coisas. Agora cientistas da Universidade de Stanford simplesmente inverteram as coisas, e deram ao papel uma função que antes eles nem sonhavam em ter: a de bateria! A idéia tem finalidade dupla: tornar as baterias mais limpas, sem componentes pesados como o lítio, altamente agressivos a natureza, ao mesmo tempo em que diminui a produção de papel para o que antes era (e ainda é) a função dele, que é ser o recheio de livros e cadernos.


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A COP15 no YouTube

Você tem uma pergunta importante para fazer sobre a mudança climática? Envie essa pergunta agora mesmo pelo canal da COP15 no YouTube e participe do debate CNN/YouTube que será transmitido ao vivo no dia 15 de dezembro. Este dia segundo o canal de COP15 no you tube será dia 17 de dezembro.


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Por @heldersantos

Efeitos na economia serão sentidos daqui a cinco anos, mas alguns setores já começam a crescer para atender à demanda da produção de petróleo.

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Descoberto numa época de otimismo, em que o Brasil finalmente se vira livre dos “vôos de galinha” e deixara de ser devedor para tornar-se credor do FMI, o pré-sal agora faria com que o país se tornasse também um dos maiores produtores de petróleo do mundo.
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Por: Filipêra

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Quando se pensa na questão nuclear como um todo, logo se imagina que rolou Hiroshima e Nagasaki, uns testes nucleares em oceanos e desertos e chega. Parece pouco diante da real magnitude que foi a questão dos testes nucleares no século passado. O mundo recebeu até o momento cerca de 2.000 explosões nucleares, geralmente provenientes de países e fim de mostrar sua força ao mundo, como foi o caso dos estranhamentos que rolaram na Guerra Fria e nos recentes embates entre Índia e Paquistão. Se fizer uma média, do primeiro teste, em 1945, ao último, em 1998, o mundo não ficou mais que 22 meses sem um teste nuclear, o que mostra como certas pessoas gostam de mostrar as armas que tem. Claro que os motivos podem ser um pouco mais científicos e menos políticos, como os testes para verificar as condições de comportamento da arma, e quais os efeitos que ela pode causar.
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Por: Filipêra

painesi

Você com certeza lembra do Apagão, e de como Fernando Henrique disse que a culpa não era do Brasil, e sim de São Pedro. Também já deve ter ouvido falar que o petróleo está acabando – alguns dizem 50, outros 60 anos – e de como a energia nuclear é perigosa, podendo gerar acidentes como o de Chernobyl. Olhando para esse quadro, parece que a situação energética do mundo não está indo bem, sendo as únicas alternativas finitas, inseguras e poluentes. O consumo também é descabido: 75% da energia produzida é consumida por 25% da população mundial – o consumo mundial em 2004 era de 14,781 trilhões de de kWh.
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