Até 2100 dois terços das colônias de pinguins-imperadores terão diminuído

Segundo um estudo publicado na revista científica Nature, está previsto que até 2100 dois terços das colônias de pinguins-imperadores terão drasticamente diminuído. Este fator tem um envolvimento diretamente com o aquecimento global – grande vilão das geleiras.

Pinguim-imperador - Fonte: Google Imagens
Pinguim-imperador – Fonte: Google Imagens

O derretimento das geleiras causado pela mudança de temperatura faz reduzir as camadas de gelo e com isso o espaço para os pinguins sobreviverem, procriarem e se alimentarem também diminui.

Alguns pinguins já foram até encontrados aqui no Brasil em consequência deles terem que ir cada vez mais longe para encontrar comida.

Os pinguins imperadores são criaturas incríveis capazes de suportar temperaturas rigorosamente baixas (-60ºC). São os maiores de todas as espécies de pinguins e vivem em média 20 anos além de serem muito fiéis aos seus parceiros em cada ano.

Infelizmente, o pinguim-imperador está com grande possibilidade de ser incluso na Lei de Espécies Ameaçadas nos Estados Unidos, com grande probabilidade de se extinguir totalmente daqui a alguns anos. Em 2012, o estado das aves foi alterado de “menor preocupação” para “quase ameaçada” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Sua espécie é estimada em cerca de 600 mil aves.

 

O pinguim-imperador (Aptenodytes forsteri) é a maior ave pertencente à família Spheniscidae. Os adultos podem atingir 1,22 m de altura e pesar até 37 kg. Eles vivem em média 20 anos e mantém relações de monogamia em série, só tendo um parceiro em cada ano. (wiki)


Mais informações aqui. E vale a pena assistir ao trailer de “A marcha dos pinguins”  abaixo, um filme de 2005!

 

Há, e como vídeo relacionado, o Pingu! #saudades 🙂

Texto com colaboração de Daiane Santana.
Clique no banner e entre em contato! @VivoVerde
Clique no banner e entre em contato! @VivoVerde

Um comentário em “Até 2100 dois terços das colônias de pinguins-imperadores terão diminuído

  • 25 de julho de 2014 em 1:20
    Permalink

    O artigo da Juliana é claro, conciso e nos faz refletir sobre a situação de um espécime, que está se tornando vítima indireta (mediante o aquecimento global) do mais funesto predador: o homem. Penso que a jovem colunista, ao direcionar nossos olhos a estas criaturinhas tão lindas e amáveis, não apenas nos leva a refletir sobre eles em particular, mas também sobre como o planeta se tornaria triste sem a conservação da diversidade, que engloba inclusive os pinguins-imperadores… Agradeço por ter sido brindado por esta ótima leitura.
    José Soares (prof de Filosofia da UFT-campus Palmas)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.