A cultura do lixo

Há muito tempo venho observando a relação das pessoas com lixo, não existe diferença, e percebi que não existe culpados se levarmos em consideração a cultura do lixo no país. É verdade que o Brasil produziu 60,8 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos em 2010.

Não temos dados reais sobre cultura do lixo nas comunidades e sua tribos, mas temos observado que:

O político suja a rua por que não existe lei que proíba na sua eficácia plena este ato;

O estudante joga papel no chão por que não têm “cestinho” próximo as carteiras;

No ônibus a quantidade mínima de cestas de lixo é um, e máxima também é um ( risos);

O fumante sempre tem “FOGO”, mas cinzeiro não;

 

 

As leis para o uso de sacola de tecido são municipais, logo de eficácia relativa: O trecho a seguir foi retirado da Política Nacional de Resíduos Sólidos, nele podemos notar uma preocupação por conta da copa do mundo de 2014, quer dizer que se não existisse copa do mundo em 2014 no Brasil, ainda teríamos lixões a céu aberto? “Regulamentada em dezembro de 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que atualmente está em fase de estruturação, estabelece a extinção dos lixões até 2014, o que significa que os 61% dos municípios brasileiros que ainda destinam o lixo de forma inadequada têm pouco tempo para se adaptarem.”;

Não se vendem carros com portáteis para lixo, em sua totalidade. O que existe é pequeno orifício moderno com um design inovador e ultramodernos com capacidade para guarda um lixo muito comum: plástico de bola;

 

Cuide da sua família e de sua casa

A família por o mais importante que seja está negligenciando essa educação para os filhos em favor de objetos desnecessários: Exerço de COISAS. Acredito que o ato por impulso ajuda também a acumular lixo doméstico. E ainda existem pessoas que trazem lixo dos outros para dentro de suas casas.

 

O lixo dos outros é irresistível para algumas pessoas

Há relatos de pessoas que catam coisas na rua, um pedaço de pau, uma cadeira velha, latas, garrafas e leva tudo o que acha para casa. Até comida, vão guardando pão, bolos, sanduíches e imagina a situação quando esses alimentos começam a estragar. Elas não têm consciência de que aquilo está errado. Precisam acumular, seja o que for, em suas casas, para terem conforto e segurança.

 

Como começar a ajudar e mudar esse comportamento:

Escolha um dos ambientes e separe todas as coisas desnecessárias e que não são usadas e coloque em caixas. Limpe e deixe tudo em ordem. Observe o espaço que está perdendo e o monte de objetos que não usa e insiste em guardar. Escolha lixeiros para por em  diversos lugares na sua casa. Compre sacolas ecológicas, são muito seguras, além de ajudar o meio ambiente. Instale um porta-treco no seu carro, não jogue lixo na rua. Isso não vai salvar o planeta, mas facilitar a forma de organizar e conviver o com lixo durante toda sua vida.

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Sobre Thiego Reis:

 

Thiego é um jovem brasileiro de 21 anos que encontrou na internet um fonte de conhecimento avançado para compartilhar informações importantes com seus amigos. DAS COISAS INCRÍVEIS COM QUE ACONTECEU COM ELE: Participou do programa de formação Formare no grupo Coteminas em 2008; Trabalhou na Coteminas em 2009 e cursou Química industrial pela UEPB;  Formou-se Técnico em Eletrônica em 2010 no Redentorista. E atualmente é Trainee na Vale.

Thiego Reis

Thiego é um pesquisador e um observador do progresso tecnológico da humanidade. Ele também é um entusiasta do pensamento humano e um defensor do ambiente amigável de energia alternativa.

5 comentários em “A cultura do lixo

  • 29 de março de 2012 em 11:11
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    Lendo a reportagem e pensando… Voltei a revirar o assunto “lixo urbano”. Descobri então na primeira pesquisa (estou escrevendo um artigo sobre a caracterização dos resíduos sólidos de Palmas) que a relação do ser humano com o lixo que ele produz, não é apenas um problema cultural, educacional, ou de cidadania; além de todos estes aspectos existe o aspecto do processo de equilíbrio mental/organizacional.
    A desordem e a sujeira acompanham pessoas que tem a mente desorganizada, irreflexiva, inconsequente, e auto-destrutiva.
    Concluindo, as atitudes humanas externas tendem a reproduzir o conceito interno existente. Não podemos relacionar o “lixo” como algo que não é seu, depois que jogam no saco e colocam fora de cara, a relação continua até ele chegar no aterro sanitário, é uma relação de cidadania. Por que até então, não jogamos o lixo fora, o próprio lixo não vai para fora da Terra, ele ainda fica aqui. A relação que devemos entender antes de qualquer outra crítica à disposição adequada do lixo, é a relação homem-produção-lixo-natureza. Aí começarmos a abordar as várias maneiras de educação à repeito do resíduos sólidos.
    Vamos evoluir gente.

  • 29 de março de 2012 em 14:52
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    Perla, seu comentário só tem a acrescentar. É preciso associar a relação de produção, organização, uso e descarte final deste material que, por vezes ainda é útil em determinados processos.

  • 25 de setembro de 2015 em 14:48
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    Adorei o Artigo, me ajudo basta na construção do meu trabalho acadêmico.

    Obrigada por compartilha o assunto.

  • 29 de março de 2016 em 17:12
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    é preciso manter limpo a nosso ambiente…

  • 25 de novembro de 2016 em 13:04
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    Temos que pensar em um livro cartilha com gibi junto com CD e DVD com minha musica tambem lixolandia moacir esquevani ai sei que os alunos terão mais vontade de estudar e se for o caso que eles aprenda a fazer uma cena teatral com todo o material de recursos.

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