Como o coronavírus afeta a economia e o comércio exterior

Não se fala mais em outra coisa que não seja a propagação, em escala mundial, do novo vírus Coronavírus, viu? Todo o cuidado com saúde precisa ser redobrado, como lavar as mãos regularmente, passar álcool em gel nas mãos e em todos os acessórios e ferramentas, evitar tocar o rosto e, é claro sair de casa. Empresas como a de alpinismo industrial, têm sido afetadas diretamente.

Esse é um vírus muito perigoso que ataca, principalmente, o sistema respiratório das pessoas contaminadas. Por isso, o cuidado é redobrado em pessoas já idosas ou que possuem alguma doença crônica ou que mexa com a imunidade.

Para você ter uma ideia da destruição que essa nova enfermidade vem causando, até o momento mais de 1540 casos já foram confirmados, resultando em 25 mortes. E esse número não para de crescer.

Bom é importante ressaltar que ele começou a se manifestar em território chinês e a disseminação mundial da nova doença, conhecida também como COVID-19, tem afetado diretamente a economia e o Comércio Exterior (Exportação e Importação).

Pensando nisso, produzimos um artigo bem interessante para abordar justamente Como o coronavírus afeta a economia e o comércio exterior. Está preparado para acompanhar o conteúdo? Então, vamos nessa!

Saiba como o novo vírus afeta a economia mundial

A realidade é que em meio ao caos da pandemia do Coronavírus (ou Covid-19), a Bolsa de Valores de Xangai após ter sido reaberta, sofreu uma queda de 7%. Esse talvez seja o patamar mais baixo em quatros anos.

Dentro desse cenário, podemos destacar como os mais atingidos as empresas voltadas ao segmento de manufatura e bens de consumo. Agora os setores voltados à área da saúde seguem com um aumento de quase 10%. O motivo é bem óbvio, não é mesmo? Ainda mais se tratando de uma doença ainda muito desconhecida.

Como a China perdeu o controle da disseminação do vírus, isso tem potencial para afetá-los economicamente.

Agora, voltando ao cenário nacional brasileiro: a verdade é que a bolsa de valores Brasileira já apresentou queda consecutivas desde o agravamento da doença. Em um dos dias do mês, o Ibovespa encerrou o dia em desvalorização de 3,29%, a 114.481 pontos essa foi a maior queda dos últimos meses.

Com isso, os investidores acabam por querer investir em ativos mais seguros como o dólar que subiu em torno de 0,6% desde o início da crise por conta do Coronavírus.

Não é a primeira vez que isso acontece, viu? Você consegue lembrar como estava o mercado quando estourou a gripe suína em 2009 ou a ebola em 2018? Pois é, o mercado desabou consideravelmente e demorou um bom tempo até conseguir se estabilizar.

A relação entre coronavírus e a economia

Você já deve ter ouvido falar em Wuhan, certo? Bom, ela é a região central da China, sétima maior cidade do país,  e entrou definitivamente no mapa mundial por ter sido origem de novo Coronavírus.

Bom, estou citando essa cidade por um simples motivo: ela é considerada um território industrial. Nele, há cerca de 230 empresas – as maiores possíveis – que investem ou já investiram no local.

Bom, é claro que o coronavírus iria afetar diretamente a exportação e importação de mercadorias, não é mesmo? Até porque esse é um grande meio de espalhar, em escala global, a doença. Com isso,  a desaceleração das importações pelo gigante asiático afetou diretamente a atividade de exportação de países ao redor do mundo. Isso, por sua vez, tem um efeito imediato sobre o petróleo, o GNL, produtos agrícolas e metais.

Além disso, basicamente todas os países do globo determinaram estado de emergência e quarentena por tempo indeterminado. Mas o que isso impacta nas empresas?

Bom, vamos lá! A realidade é que, com isso, muitas empresas tiveram que dispensar seus funcionários a ficarem em casa. Alguns, até conseguem desempenhar suas atividades em home office – mesmo que o rendimento não seja o mesmo – mas outros simplesmente não consegue exercer sua profissão de casa.

Isso faz com que a empresa pare, principalmente se ela não foi considerada um segmento fundamental para a vida e sobrevivência humana, como trabalhos na área de saúde e alimentício.

Agora, imagina sua empresa de célula de carga ficando parada por 15 dias. Pois é, o dano econômico seria imenso. Além disso, é fato que toda notícia trágica como essa afeta o mercado. Isso porque os investidores recebem isso de maneira muito negativa. Ninguém vai investir na sua empresa se ela não estará produzindo ou desempenhando seu trabalho em 100% da sua potencialidade.

E outra, é tudo como se fosse um castelo de cartas: sua empresa de galvanização a fogo depende de outra, certo? Se você não tem para quem vender ou quem produzir peças e ferramentas que precisa, logo, será afetado diretamente e assim sucessivamente.

Nota do editorial do #VivoVerde: Não se preocupe AGORA com a economia, se preocupe com a sua saúde e a de sua família. Como foi visto na Itália, a comida não faltou, una-se em família e passaremos por esta fase tão difícil no mundo. 

Daiane Santana

Daiane Santana é a idealizadora do #VivoVerde, atualmente mora em Campinorte/GO, mas por 15 anos foi uma apaixonada residente de Palmas/TO e há 11 escreve neste site. Formada em Engenharia Ambiental, pela UFT – Universidade Federal do Tocantins, pós-graduada em Gestão de Recursos Hídricos e Segurança do Trabalho. Atua como consultora e ministra treinamentos nas áreas de meio ambiente, segurança do trabalho e está a disposição do mercado de trabalho. Contato: contato@vivoverde.com.br | daiane@vivoverde.com.br | Twitter - @VivoVerde | Instagram: @DaianeVV

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