SIG conduz agenda do clima com nova e ambiciosa meta de 1,5°C

A SIG estabeleceu uma ousada e nova meta climática que é uma das primeiras de seu setor a ser aprovada pela Science Based Targets Initiative (SBTi) como de acordo com as ciências climáticas mais recentes de limitação do aquecimento global a 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais, para evitar os piores efeitos das mudanças climáticas. A SIG está empenhada em reduzir suas emissões de Escopo 1 e 2 em 60% até 2030 (em relação à base de 2016).

“Está claro que o mundo precisa reduzir urgentemente as emissões globais dos gases responsáveis pelo efeito estufa para enfrentar os efeitos danosos das mudanças climáticas”, disse Ian Wood, Diretor de Supply Chain da SIG. “A nova meta ampliada da SIG vai acelerar as ações contra as alterações climáticas para reduzir dramaticamente nossas emissões e melhorar nossa contribuição para um sistema de fornecimento de alimentos com emissões de carbono menores.”

Conduzindo a agenda do clima

A nova e ambiciosa meta coloca a SIG no grupo de elite das companhias que estão liderando os esforços para reduzir as emissões dos gases do efeito estufa, de acordo com os esforços do Acordo de Paris, para limitar o aumento da temperatura a 1,5ºC.

Cerca de 300 empresas têm metas aprovadas pela SBTi. Menos de 100 possuem no momento metas de 1,5ºC e a SIG é uma das primeiras de seu setor a ter aprovação da SBTi.

A nova meta de SIG comprime o cronograma para a obtenção de uma redução absoluta de 60% nas emissões de Escopo 1 e 2 em 10 anos, em comparação à sua meta anterior, que já havia sido aprovada pela SBTi como de acordo com a intenção de manter o aumento do aquecimento global bem abaixo de 2ºC.

O grande enfoque nas energias renováveis apoia os esforços da companhia na obtenção dessa meta. A SIG já mudou para a eletricidade 100% renovável na produção mundial e está explorando oportunidades para ampliar as energias renováveis em suas fábricas, como seu premiado painel solar no teto de sua unidade na Tailândia.

Apoiando esforços globais mais amplos

A SIG não está empenhada apenas em reduzir as emissões de suas próprias operações. A companhia também quer reduzir as emissões dos gases do efeito estufa em sua cadeia de valor em 25% por litro envasado até 2030 (em relação à base de 2016). Esta meta inclui as emissões de Escopo 1, 2 e 3 de Bens e Serviços Adquiridos, Uso dos Produtos Vendidos e Tratamento em Fim de Vida.

As embalagens cartonadas assépticas de bebidas da SIG possuem uma pegada de carbono de 28% a 70% menor do que outras embalagens como garrafas plásticas e de vidro, pouches e latas (conforme demonstrado por avaliações de ciclo de vida independentes). Elas são feitas principalmente de materiais renováveis de florestas de manejo sustentável, que absorvem carbono na medida em que crescem. E as embalagens conservam os alimentos sem a necessidade de refrigeração.

O foco na redução do impacto sobre o clima é parte da estratégia Way Beyond Good da SIG, de firmar parcerias para criar um sistema de fornecimento de alimentos de impacto positivo que nutrirá uma população mundial em crescimento, ao mesmo tempo em que devolve para a sociedade e o meio ambiente mais do que tira deles.

Daiane Santana

Daiane Santana é a idealizadora do #VivoVerde, atualmente mora em Campinorte/GO, mas por 15 anos foi uma apaixonada residente de Palmas/TO e há 11 escreve neste site. Formada em Engenharia Ambiental, pela UFT – Universidade Federal do Tocantins, pós-graduanda em Gestão de Recursos Hídricos e Segurança do Trabalho. Atua como consultora nas áreas de meio ambiente, segurança do trabalho e está a disposição do mercado de trabalho. Contato: contato@vivoverde.com.br | daiane@vivoverde.com.br | Twitter - @VivoVerde | Instagram: @DaianeVV

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